SOMBRAS

 

Na selva de sangue

a sangrar

alvejado.

 

Levado nas asas do vento

na paz negra.

 

Uma porta que se abre

pelo poeta que não quebra.

 

Uma bomba de polémica.

 

O fluir de pistas

de rasgos de piedade

de perguntas.

 

No presente prevalece o sim

como projecto de resposta.